686 MUNICIPIOS – CENSO 2000

ACRE-AC

AMAPÁ-AP

AMAZONAS-AM

 MARANHÃO-MA

 MAT O GROSSO-MT

PARÁ-PA

RONDÔNIA-RO

RORAIMA-RR

TOCANTINS-TO

 

686 MUNICIPIOS

 

Santarém

 

Nhamundá

 

Icoaraci

 

686 MUNICIPIOS – Pará Comentário Geral 

 

Mesos e microrregiões formam um grande estado              

 

Os municípios paraenses, considerando- se a área, são de grande, médio e pequeno portes. Alguns dos municípios paraenses são maiores que alguns Estados brasileiros, como é o caso de Altamira, com 164.455,5 Km2 , que é maior do que o Amapá, Alagoas e Sergipe , um pouco menor que Rondônia e corresponde a 50% da área do Rio Grande do Sul. Além de Altamira, Oriximiná com 108.086 Km2  e São Félix do Xingu, com 84.607,3 Km2 são maiores do que Alagoas e Sergipe.

Estes municípios de maior área localizam-se nas Mesorregiões do Sudoeste Paraense, Baixo Amazonas e Sudeste Paraense, que são as mais afastadas da Região Metropolitana de Belém.

Os menores municípios, com áreas variando de 202 a 246 Km2 , localizam-se no Nordeste Paraense, Microrregiões Bragantina e do Salgado , e na Região Metropolitana de Belém. São eles: Terra Alta, Santarém Novo, Primavera, Salinópolis e Benevides.

Quanto à população, de acordo com IBGE (Estimativas 1994), Belém ocupa o 10. Lugar, com 1.148.242 habitantes, seguida de Santarém, com 283.125, Marabá com 144.904, Castanhal com 111.168 e Abaetetuba, com 107.076. Belém e Castanhal fazem parte da Região Metropolitana de Belém e Abaetetuba, do Nordeste Paraense, Mesorregiões localizadas na área de maior densidade demográfica do Estado, cuja média está acima de 25 hab/Km2.

Já Santarém e Marabá são verdadeiras capitais regionais do Baixo Amazonas e do Sudeste Paraense, respectivamente.

Os menos populosos são os municípios de Faro, Santarém Novo, Abel Figueiredo, Santa Cruz do Arari e Palestina do Pará. Faro e Santa Cruz do Arari são municípios antigos, localizados no Baixo Amazonas e Marajó, enquanto Santarém Novo, Abel Figueiredo e Palestina do Pará são mais recentes e estão situados em diferentes Mesorregiões.

A região metropolitana de Belém e o Nordeste Paraense abrigam alguns dos menores e mais populosos municípios do Pará, enquanto que no Sudoeste e Sudeste Paraense e Baixo Amazonas encontram- se os municípios maiores e menos populosos.

 

686 MUNICIPIOS - Pará

 

PRINCIPAIS  MUNICÍPIOS       

 

ALMEIRIM: abrigando inúmeras belezas naturais, Almeirim tem grande importância econômica no Estado por sediar o distrito Industrial de Monte Dourado, onde está a fabrica de celulose da Jari, o empreendimento implantado na Amazônia pelo americano Daniel Ludwig, cujo controle acionário já está em mãos de brasileiros. O município limita-se com o Suriname, com Estado do Amapá, e os municípios de Gurupá, porto de Moz, Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Óbidos. Seus dois principais distritos são Almeirim (cidade- sede banhada pelo rio Amazonas e situada numa zona de tabuleiros) e Arumanduba. Entre seus acidentes geográficos destacam-se os rios Paru ( afluente do rio Amazonas, que corre paralelamente ao rio Jari, desde o sul das Guianas até a entrada do estuário do Amazonas) e Taueré (afluente da margem esquerda do Amazonas); as cachoeiras Acutumã, Arurunemô, paripani e Taqui (todas no rio Paru);as serras Acapuzal (ou Acapuzeiro) e Arumanduba, ilha Panema

 

ALTAMIRA: Ainda é o maior município do mundo e do Pará em extensão territorial. Até 1961, quando foram desmembrados de seu território os municípios de Senador José Porfírio e São Félix do Xingu, tinha uma área de 282.070 km2. Nos últimos anos voltou a perder parte de seu território, com as criações dos municípios de Medicilândia, Vitória do Xingu e Brasil Novo, estando atualmente com  164.455,5 km², superior ao Estado de São Paulo e a países como Grécia e Grã-Bretanha. A cidade- sede fica à margem esquerda do rio Xingu e a 60 metros acima do nível do mar. Seus distritos mais importantes são Altamira e Vitória. Limita-se com os municípios de Porto de Moz, Senador José Porfírio, São Felíx do Xingu, Itaituba, Aveiro, Prainha e com o Estado de Mato Grosso. Seus principais acidentes geográficos são as cachoeiras Grande (no rio Xingu) abaixo de  Altamira, Alta (no rio Curuá, próximo ao encontro com o rio Limão), Anaí (no rio Iriri), Anajás (no rio Xingu), Araraquara e Araras (no rio Curuá), Caboca (no rio Iriri) e do Cachimbo (no rio Curuá, próximo ao limite com Mato Grosso) e outras de menor porte . Entre suas economias principais destacam-se: ouro, pecuária, agricultura, extrativismo vegetal, madeira, carvão de pedra, cristal de rocha, mica e diamante. 

 

ANANINDEUA: Localizado na Microrregião de Belém, Ananindeua é o município mais próximo à capital do Estado. Incluindo as águas internas, suas área chega a 485 km2. O povoado de Ananindeua surgiu em função da Estrada de Ferro de Bragança, já que no local havia uma parada do trem. Foi elevado a município em 30 de dezembro de 1943, através do Decreto-lei Estadual 4.505.Seu território, no entanto, já pertenceu aos municípios de Belém e de Santa Isabel do Pará. Em 1961 sua área foi reduzida devido à criação do município de Benevides. Com a economia antes voltada basicamente para a agricultura e o comércio, Ananindeua ganhou impulso com a implantação do Distrito Industrial, na década de 80, que tem infra-estrutura para abrigar grandes investimentos. Conforme dados da SEICOM (Secretaria de Estado de Industria, Comércio e Mineração),o município tem mais de 400 empresas e de 2 mil estabelecimentos comerciais, entre varejo e atacado.

 

BARCARENA: As terras de Barcarena foram habitadas primeiramente pelos índios Aruãs. Com a chegada dos jesuítas, ali foi instalada a fazenda Gebrié (ou gebirié ) e construída uma capela. Durante algum tempo denominava-se Vila do Conde. Em suas terras morreu, em 1834, o cônego Batista Campos, um dos líderes de Cabanagem. Seu território foi separado de Belém em 1938.Em outubro de 1985 foi inaugurada em Barcarena, na Vila dos Cabanos, a fábrica da Albrás, para produção de alumínio. Em 1989 começou a funcionar a fábrica da Alunorte, que produz alumina, matéria-prima do alumínio. O Complexo Albrás-Alunorte resulta da Associação da Companhia Vale do Rio Doce com a NALCOM (Nippon Amazon Aluminium Company Ltd.)- consórcio formado por empresa e pelo governo japonês. O município oferece, entre as atrações turísticas, a praia do Conde, de água doce e com muitos coqueiros. Por seu território passam os rios Moju, Murucupi, Acará e Barcarena. Tem ainda a Ilha Trambioca, o Furo do Carnapijó Cabresto e a Baía de Marajó.

 

BRAGANÇA: Situado às margens do Rio Caeté (que na língua tupi significa "mato bom"), o município já foi o habitat dos índios Tupinambás. Tem sua história também ligada à presença dos franceses que invadiram o Maranhão no século XVII. Historiadores afirmam que, antes da fundação de Belém, precisamente em 1615, foi erguido um forte nas terras de Bragança, após a vitória dos portugueses sobre os franceses, na cidade de São Luís. Em 1753, a então Freqüência de Nossa Senhora do Rosário foi transformada em município, pelo administrador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, recebendo o nome  português de Bragança. Um dos fatos mais importantes da história do município é a inauguração, a 3 de maio de 1908, da Estrada de Ferro de Bragança. A construção da ferrovia começou em 24 de junho 1883, mas foram instalados menos de 300 quilômetros de trilhos.

Bragança limita-se com o Oceano Atlântico, e os municípios de Augusto Corrêa, Viseu, Ourém, Capanema e Primavera. Os principais acidentes geográficos são os rios (que banha a cidade- sede), Acaraú, Açaiteua, Caçaqueira, urumaió, Quatipuru, Timborana e Manajiteua, e os igarapés Vala dos Basílio, Chumucuí, Água Preta e Aldeia. A economia baseia-se na agricultura. A praia oceânica de Ajuruteua é numa de suas atrações turísticas, enquanto a marujada é a mais importante manifestação folclórica. Além da cidade- sede, destacam- se os distritos de Almoço Caratateu, nova Mocajuba, Piabas, Tijoca e Tracuateua.

 

CASTANHAL: Fica a 58 km de Belém, em linha reta, e está a 50 km do mar. Limita- se com os  municípios de Curuçá, São Francisco do Pará, Igarapé- Açu, São Miguel do Guamá, Inhangapi, Santa Isabel do Pará e Vigia. É um dos municípios que mais se desenvolve em termos econômicos e sociais. Tem muitas fazendas de gado e abriga  algumas das maiores firmas exportadoras de pimenta- do reino do país. Seus principais distritos são Castanhal e Apeú. Entre os acidentes geográficos destacam- se os rios Apeú, Americano, Caranã, Inhangapi, Arajó e Marapanim, e os igarapés Petimandeua e Piquiá.

 

 MARABÀ: O mais desenvolvido município do Sudeste do Pará situa- se a 438 km de Belém. O nome Marabá origina-se do vocábulo indígena "mair- abá", que denominava o filho do índia com branco ou filho de índia com branco ou filho do prisioneiro ou estrangeiro. A cidade- sede, que fica na confluência dos rios Tocantins e Itacaiúnas, é dividida em três grandes núcleos populacionais: Marabá Pioneira (também chamada Velha Marabá), Nova Marabá e Cidade Nova. Marabá tem economia diversificada, que inclui pecuária, agricultura e o Distrito Industrial, beneficiado pela Estrada de Ferro Carajás. Em seu território ficam as jazidas de cobre e ouro do Igarapé Salobo. Desmembrados do território de Baião, Marabá foi elevado à categoria de município em 1913. Seus principais acidentes geográficos são os rios Tocantins, Itacaiúnas e Araguaia; as ilhas Jacundá, Bacabal e Araras; a Cachoeira de Santa Isabel e as praias do Tucunaré, do Meio, Ponta de Areia, São Felix e do Espírito Santo. 

 

ORIXIMINÁ: Sua origem está no povoado Uruaã- Tapera ou Mura-Tapera, fundado pelo padre Nicolino de Souza, nascido em Faro. Tem sua cidade- sede banhada pelo rio Trombetas. Limita- se com os municípios  de Óbidos, Juruti e Faro, e com a Guiana Inglesa e o Suriname .A maior parte da população está concentrada na cidade- sede, que fica a 819 km de Belém em linha reta. Seus principais acidentes geográficos são os rios Trombetas, Erepecuru(também conhecidos por Paru do Oeste), Cachorro(afluente da margem direita do trombetas), Mapuera(afluente da margem direita do Trombetas), Acapu e Cuminá- Miri (afluente do rio Curuá do Norte); as cachoeiras Porteira, Boqueirão(no rio Mapuera), Quebra- Pote e Tambaqui(no rio Trombetas); os lagos Itapicuru, Juruacá e Tapagem, as ilhas Bacabal(na margem do Trombetas) e Batata(na margem direta do trombetas); a praia do Tabuleiro, a 112 km da cidade de Oriximiná(onde as tartarugas desovam no período de setembro a dezembro com a presença de pesquisadores e funcionários do Ibama); e as serras Achipicá(na margem esquerda do Trombetas, ao norte das serras de Securi, Cuniri e Valmi), e Tumucumaque, que integra o maciço Parima, um prolongado da Serra do Acaraí. Oriximiná abriga um dos mais importantes projetos minerais do Estado, o Projeto Trombetas, da Mineração Rio do Norte, que explora as jazidas de bauxita do Vale do Trombetas.

 

PARAUAPEBAS: criado pela lei 5.443, de 10 de maio de 1988, o município foi desmembrado do território de Marabá. Localiza- se no Sudeste do Pará, entre os vales dos rios Araguaia e Xingu, e é atravessado pela rodovia PA-275. Limita-se com os municípios de Marabá, Ourilândia do Norte, Xinguara, Curionópolis, São Felix do Xingu e Tucumã. A cidade- sede fica na margem direita do rio Paraupebas(vocábulo que significa "rio de águas claras"), na encosta da Serra dos Carajás, entre os quilômetros 66 e 69 da PA- 275, e surgiu em conseqüência da exportação das jazidas de ferro pela Companhia Vale do Rio Doce(CVRD), dentro do Programa Grande Carajá. A vale, estatal criada em 1942, também explora ouro, manganês, alumínio e cobre(associado a molibdênio, prata e ouro). Os servidores da CVRD residem em um núcleo urbano próprio, construído na Serra do Norte, a 25 km da sede municipal, totalmente urbanizado. Em termos econômicos, Parauapebas produz ainda, em pequena escala, arroz, milho, feijão e mandioca.  

 

SALINÓPOLIS: o município é conhecido pela beleza de seu leitor, banhado pelo Oceano Atlântico, onde ficam as praias de Atalaia e Maçarico. Sua origem remonta a 1656, quando no local foi instalada uma atalaia(sentinela, vigia), para que através de um tiro de canhão fosse avisado, na entrada da barra, o afundamento de embarcações nos recifes do litoral. A elevação à categoria de município aconteceu em 7 de janeiro de 1884. Limita- se com o Oceano Atlântico e os municípios de Primavera e Maracanã. Entre os acidentes geográficos destacam- se os rios Pará, Maracanã, Japerica, Arapiranga, Arapepó e Xoacaré; Atalaia.

 

SANTARÉM: Localiza- se no Médio Amazonas, na confluência dos rios Amazonas e Tapajós, e sua sede está a 36 m acima do nível do mar. A cidade de Santarém foi fundada em 22 de junho de 1661, pelo frei João Felipe Bettendorf, A economia está baseada na agropecuária, no extrativismo e no comércio, mas a atividade turística começa a ganhar destaque, graças principalmente à beleza inigualável das praias de Alter- do- Chão, já conhecidas até no exterior. Os principais distritos são Alter- do- Chão, Boim, Curuaí, Mojuí dos campos e Santarém.

Santarém limita-se com os municípios de Óbidos, Alenquer, Monte Alegre, Prainha, Aveiro e Juruti. Além do Rio Tapajós, que banha a cidade- sede, passam pelo município os rios Arapiuns(onde se localiza a Cachoeira do Aruã), Curuá- Una e Mapiri; os igarapés Açu(no Tapajós), Água Boa(no Arapiuns) e Andirá ou Igarapé, afluente do Tapajós. A hidrografia tem ainda o Lago Grande de Franca(no Rio Amazonas) e as cachoeiras do Aru(no rio Curuá do Sul) e do Una (no rio Una ). O relevo de Santarém é formado por áreas planas e elevações, como as serras de Alter- do- Chão(mais conhecidos por serra Piroca)e a do Piquiatuba, ao Sul da sede municipal.

 

TUCURUÍ: Criado pela Lei nº62, de 31 de dezembro de 1947, foi desmembrado do município de Baião. O nome tem origem indígena, significando "Rio dos Gafanhotos ou "Rio das Formigas". Limita - se com os municípios de Oeiras do Pará, Baião, Moju, São Domingos do Capim e Itupiranga. Seus Principais rios são Tocantins, Tucuruí, Capim e Trocará(afluente do Tocantins). O município tem ainda as cachoeiras Goiaba, Mergulhão Volta da Unha e Vita Aeterna, os igarapés Chiqueiro(que banha os distritos de Tucuruí e Remansão), Grande(tributário do rio Capim), e Piteira(que deságua no Tocantins), e as ilhas Jutaí(no rio Tocantins, próximo a Baião) e Tauá (onde há grandes rebanhos de gado, devido ao seu pasto fértil). Em Tucuruí foi construída a maior hidrelétrica genuinamente brasileira(Itaipu é bi-nacinal), que gera mais de 3 milhões de Killowatts. Para a formação do lago artificial da hidrelétrica foram inundados 2.430 km2 de floresta. Toda a energia produzida garante a exploração do minério de ferro da Serra dos Carajás, incluindo também o mercado apresenta pela região Metropolitana de Belém, assim como o Pólo Industrial do Complexo Albrás- Alunorte. A usina também fornece energia para outras regiões brasileiras através de integração com linhas de transmissão, e em 1999, fora concluído o “linhão” , ou Tramo Oeste, ao longo da rodovia Transamazônica até a cidade de Altamira, continuando rumo a Itaituba e Santarém, devendo estar  totalmente concluído em jul/2000.

 

VIGIA: um dos mais antigos municípios do Pará, já foi habitado pelos índios Tupinambás, que ergueram no local a aldeia Uruitá. O Governo Colonial decidiu instalar no lugar de um posto de fiscalização, para proteger as embarcações que partiam de Belém e coibir o contrabando. Esse posto é origem do nome Vigia. Do seu território já foram desmembrados os municípios de Santo Antônio do Tauá e Colares. Vigia limita-se com o Oceano Atlântico, o que lhe garante uma grande produção pesqueira, e com os municípios de São Caetano de Odivelas, Castanhal, Santo Antônio do Tauá e Colares. Seus principais distritos são Vigia(banhada pelo Furo da Laura) e Porto Salvo. Seus rios principais são Baiacu (que desemboca no Furo da Laura), Água Boa, Barreta(que deságua no Atlântico), Bituba(conhecido ainda por Ubintuba), braço esquerdo do Marapanim, Guarimã(que nasce em Porto Salvo) e Patauateua(afluente do Bituba). Entre os igarapés, destacam-se o Piquiá e Socó. A principal relíquia histórica é igreja Matriz de Nossa Senhora de Nazaré de Vigia, que data de 1702. Construída pelos padres da Companhia de Jesus, já abrigou a escola Madre de Deus, e hoje integra o Patrimônio Histórico Nacional. Com 65.394 km2  de área, o Marajó é o maior arquipélago fluviol do planeta. Localizado na foz do Rio Amazonas, o arquipélago, além da ilha que lhe dá o nome, é formado pelas ilhas de Caviana(com 5 mil km2,é um dos pontos mais atingidos pela violência da pororoca), Mexicana(com 1,5 mil km2 ) e Ilha Grande de Gurupá( a menor das três, coberta por floresta densa). O marajó abriga 12 município- Breves é um dos mais importantes e mais populosos. A ilha principal tem dois tipos de terreno: no lado Oriental predominam as terras altas, que variam de 4 a 20 metros de altura, não sofrendo, portanto, com as inundações; na parte Ocidental são encontradas as  terras baixas, com maior números de rios e canais, formadores e pequenas ilhas, e sujeita às inundações. No lado Oriental dominam os campos e no lado Ocidental a floresta. O período de maior precipitação pluviométrica é de fevereiro a maio, quando dois terço da ilha ficam completamente alagados. O período de estiagem é de agosto a setembro, quando até o lago Arari seca. A economia gira em torno da pecuária(concentrando o maior rebanho de búfalo do país), do extrativismo de madeira e do plantio de frutas tropicais, principalmente de abacaxi. O turismo, entretanto, desponta como a principal alavanca para o seu desenvolvimento. Entre os principais acidentes geográficos estão o lago Arari, o rio Arari e o canal das tartarugas, que liga o lago Arari ao Oceano Atlântico.

 

MARAJÓ:  Com 65.394 km2  de área, o Marajó é o maior arquipélago fluvial do planeta. Localizado na foz do Rio Amazonas, o arquipélago, além da ilha que lhe dá o nome, é formado pelas ilhas de Caviana (com 5 mil km2 é um dos pontos mais atingidos pela violência da pororoca), Mexicana(com 1,5 mil km2 ) e Ilha Grande de Gurupá (a menor das três, coberta por floresta densa). O marajó abriga 12 município- Breves é um dos mais importantes e mais populosos. A ilha principal tem dois tipos de terreno: no lado Oriental predominam as terras altas, que variam de 4 a 20 metros de altura, não sofrendo, portanto, com as inundações; na parte Ocidental são encontradas as  terras baixas, com maior números de rios e canais, formadores e pequenas ilhas, e sujeita às inundações. No lado Oriental dominam os campos e no lado Ocidental a floresta. O período de maior precipitação pluviométrica é de fevereiro a maio, quando dois terços da ilha ficam completamente alagados. O período de estiagem é de agosto a setembro, quando até o lago Arari seca. A economia gira em torno da pecuária(concentrando o maior rebanho de búfalo do país), do extrativismo de madeira, palmito, açaí  e do plantio de frutas tropicais, principalmente de abacaxi. O turismo, entretanto, desponta como a principal alavanca para o seu desenvolvimento. Entre os principais acidentes geográficos estão o lago Arari, o rio Arari e o canal das tartarugas, que liga o lago Arari ao Oceano Atlântico.

 

686 MUNICÍPIOS - Pará

 

 

O Estado está dividido, em termos regional e político, em seis mesorregiões e 22 microrregiões . a formação das mesorregiões leva em conta principalmente as semelhanças econômicas, sociais e políticas, enquanto as microrregiões consideram a estrutura produtiva de cada comunidade econômica. Atualmente, o Pará tem 142 municípios, sendo que oito deles - Floresta do Araguaia, Bannach, Nova Ipixuna, Canaã dos Carajás, Quatipuru, Tracuateua, Placas e Marituba - só foram oficialmente instalados em 1997. Em dezembro de 1995, o Governo do Estado sancionou a criação de mais seis municípios: (Anapu, desmembrado de Pacajá e Senador José Porfírio de Altamira), Belterra (de Santarém), Cachoeira de Piriá (de Viseu), Curuá (de Alenquer), Piçarra ( de São Geraldo do Araguaia) e São João da Ponta (de São Caetano de Odivelas).

 

686 MUNICIPIOS – Tocantins Comentário  

 

Das cidades tocantinenses, Araguaína é uma das mais estruturadas. Tem vida própria, mais de 100 mil habitantes e muitas opções de lazer nos finais de semana, se o assunto for os balneários da cidade, a qual nasceu de dois afluentes do rio Araguaia: os rios Andorinha e Lontra, este último cedeu seu nome ao município por alguns anos. A região era habitada por índios Karajás. A família de João Batista da Silva foi a primeira a chegar, em 1876, colocado o nome do lugar de "Livre-nos Deus". O isolamento decorrente da falta de estradas durou até 1925. O povoado pertenceu a vários municípios, por último à Filadélfia, foi quando Araguaína recebeu essa denominação, em homenagem ao rio Araguaia. A emancipação veio em 14 de novembro de 1958. Junto com a BR - 153 veio o desenvolvimento para a região. Em pouco tempo Araguaína se transformou num pólo regional de desenvolvimento, sendo referência para o abastecimento das regiões do norte do Tocantins, sul do Pará e Maranhão. Araguaína tornou-se a principal cidades do antigo norte de Goiás e não parou mais de crescer. A base da economia local é a agropecuária, sendo conhecida como a "Capital do Boi Gordo". Em ascensão estão o comércio, a indústria, os serviços e o turismo.   A cidade já tem o selo de cidade turística, conferido pela Embratur. As belezas naturais são o que há de mais belo na região. O município é banhado pelos rios Preto, Prata, Neblina, Raizal, Ribeirão de Areia, Córrego Jacuba, entre outros. A vegetação é formada de matas tropicais, cerrados, chapadas e matas ciliares. A temperatura média de 27°C.

 

686 MUNICIPIOS - Palmas 

 

A Capacidade do futuro

 

A capacidade do Tocantins, Palmas, tem uma série de características que a tornam uma cidade muito especial. Tem o charme de ser a última capital planejada deste milênio. É moderna, bonita, e promissora. Ostenta ainda o bonito título de capital ecológica e, claro, detém o selo de cidade turística, concedido pela Embratur. Aqui exuberância da natureza pode ser observada em toda o seu esplendor. Palmas é cercada pela Serra do Lajeado (leste) e pelos Rio Tocantins (oeste). Nas suas largas e belas avenidas, jardins se multiplicam numa rara e bela sincronia de cores.

A construção da cidade teve início no dia 20 de maio de 1989. Passou - se apenas uma década, período suficiente para que Palmas se transformasse em uma bela e moderna cidade com amplas avenidas, ótimas oportunidades de investimentos e múltiplas opções de turismo e lazer.

Trata-se da Capital que mais cresce no país, com uma taxa anual de 28,7%, segundo dados do IBGE. Um crescimento que é resultado do trabalho e da perseverança de milhares de brasileiros que para cá vieram na busca de realizar os seus sonhos. Sim, definitivamente Palmas é uma cidade cheia de muitos encantos e muitas oportunidades. Vale a pena conferir!

 

Perfil da Capital

 

Fundação: 20 de maio de 1989

Localização: Coordenadas 10° 10'de latitude sul

                   E 48° 20'de longitude oeste.

Área do município: 2.474,9 km

Altitude média: 260 metros acima do nível do mar.

Temp. média anual: 24° a 28°C.

População : 150.000 (estimativa do IBGE/1999).

Principais vias de acesso: Aérea- Cias Aéreas: TAM e Passaredo

Terrestre- BR-153-Belém/Brasília, acesso via Porto Nacional

(TO- 050), via Paraíso (TO - 080) ou via Miracema (TO - 245).

 

 

 

686 MUNICÍPIOS – Manaus      

 

Área: 14.337 km2

 

DDD: 092

 

Distâncias Rodoviárias:

3.971 km de São Paulo, 3.490 km de Brasília e 4.374 km do Rio de Janeiro.

 

Principais atividades econômicas: indústria, turismo, agricultura e comércio

 

População: 1.078.277 habitantes.

 

 

686 MUNÍCIPIOS – Manaus

 

Museus

 

Museu do Índio

R. Duque de Caxias, 356 – Centro

Fone: (92) 234-1422

Manaus – AM

 

Museu de Ciências Naturais

Colônia Cachoeira Grande – Conj. Pedro Aleixo

Fone: (92) 644-2799

Manaus – AM

 

Museu Amazônico

R. Ramos Ferreira, 1036 – Centro

Fone: (92) 234-3242

 

686 MUNICÍPIOS – Manaus

 

Manaus

 

Há um pouco mais de cem anos, Manaus vivia seu apogeu. A selva estava muito próxima com todo o seu exotismo, mas no coração da cidade falava-se francês. Nos seus bares e cafés, ouvia-se Puccini e Strauss. Havia telefone, bonde e luz elétrica. Importavam-se casas inteiras da Europa. Era a riqueza extraída dos seringais. O Teatro Amazonas, inaugurado em 1896 – reformado em 1990 – é belíssimo em seu estilo neoclássico. A obra, financiada por comerciantes europeus no apogeu do ciclo da borracha, incluiu blocos de pedra da Inglaterra, telhas francesas da Alsácia e mármore italiano. O pano de boca do palco representa o encontro das águas dos rios Negro e Solimões. O salão nobre é decorado com pinturas do italiano Domenico de Angelis e o piso formado por 12 mil peças de madeira encaixadas sem prego ou cola. Na cúpula, 36 mil escamas de cerâmica esmaltada levam as cores da bandeira nacional. Por seu palco passaram Sarah Barnhardt, Caruso, companhias operísticas européias e, na festa do centenário do Teatro, apresentou-se José Carreras. Hoje, o teatro Amazonas está no roteiro dos espetáculos nacionais, divulga a cultura regional, possui um coral e uma Orquestra Filarmônica, composta por músicos de todo o mundo.

Este tempo está também assinalado nos beirais de casas antigas; nos coretos; no Prédio da Alfândega, totalmente importado da Europa; na Praça São Sebastião com seu piso de pedras portuguesas; no monumento Abertura dos Portos em bronze, granito e mármore; no Mercado Municipal erguido com armações, estruturas, arcos e grades de ferro importados, em 1892, para ser uma pequena, porém perfeita, réplica do famoso Les Halles de Paris. O porto flutuante foi construído em 1902 por engenheiros ingleses e é formado por um grande píer de concreto estendido sobre vigas de aço, apoiadas em bóias. Esse sistema permite acompanhar os movimentos das águas do Rio Negro e receber navios de qualquer calado durante o ano inteiro.

Do local partem embarcações de pesca e transporte de cargas e turista para sua melhores aventuras na Amazônia. Nesses passeios é comum encontrar os curiosos botos cor-de-rosa saltando sobre as águas.

O skyline, a silhueta da cidade de Manaus, emergindo do Rio Negro, na volta de um passeio de barco ao entardecer, é inesquecível. Depois de conviver um dia ou mais com as belezas da selva, este cenário de casa antigas, da Alfândega e do porto flutuante com todo o tipo de embarcações, surge com o uma bela pintura de cores fortes.

Com a implantação da Zona Franca em 1967, Manaus transformou-se num grande pólo comercial e industrial e numa cidade moderna. O prazo de vigência dos incentivos fiscais está assegurando até o ano 2013, mas com a liberação das importações para todo o Brasil, a economia não apresenta mais o mesmo vigor. Novas saídas estão sendo planejadas e o Ecoturismo se apresenta mais o mesmo vigor. Novas saída estão sendo planejadas e o Ecoturismo se apresenta como a alternativa mais importante para o século XXI.

O incorporável encanto de Manaus está na sua história e no binômio rio-floresta com uma imensa variedade de belezas naturais. Tudo converge para a preservação de uma riqueza incalculável em florestas, fauna, rios fantásticos como o Negro e Amazonas e cristalinos igarapés correndo à sombra de imensa arvores. A apenas 8 Km de Manaus acontece o singular encontro de escuro e profundo Rio Negro com o barrento e fértil Rio Solimões, cujas águas correm quilômetros lado a lado, sem se misturar, para depois formar o Rio Amazonas. A paisagem dos arredores da cidade oferece ainda piscinas naturais, formadas com o aproveitamento das águas dos igarapés, o contado do sol tropical nas areias da Praia Ponta Negra e as cachoeiras de Tarumãzinho e Tarumã-Grande.

 

686 MUNICÍPIOS – Silves 

 

Silves

 

Numa ilha fluvial, a 360 km de Manaus, encontra-se pequeno município de Silves. Aqui se desenvolve uma experiência única na Amazônia: um modelo de ecoturismo de base comunitária. Esta foi a alternativa encontrada para o sustento de seus habitantes e a proteção dos rios e lagos da região. Para isso foi criada a Associação de Silves pela Preservação Ambiental e Cultural – Aspac – que fundou a Aldeia dos Lagos, uma pousada no meio da mata, financiada pelos governos da Suécia e da Áustria, com o apoio do Fundo Mundial para a Natureza. A Pousada ocupa uma área de cinco hectares, contando com seis quartos para hóspedes, administração, loja, cozinha e restaurante. Seus serviços incluem ainda hospedagem completa na casa dos próprios caboclos, passeios por trilhas de diferentes ecossistemas e pescaria noturna nos rios da região. A comunidade envolve-se no projeto, protegendo a natureza e usando a atividade como fonte para sustentação dos recursos naturais e usando a atividade como fonte para a sustentação dos recursos naturais. A Aspac criou ainda a Camaçari Turismo, uma operadora responsável pelos roteiros e pela administração da Pousada. Com a exploração predatória, os estoques de peixe, fundamentais para a sobrevivência das populações ribeirinhas, estavam ficando reduzidos. A pressão pela proteção dos lagos levou a Prefeitura Municipal a criar uma reserva ambiental, e o Ibama treinou dez membros da comunidade para integrar a estratégia de fiscalização contra a pesca ilegal.

 

682 MUNICÍPIOS – Manaus

 

Manaus e sua orquestra

 

Há pouco mais de uma não, o conceituado maestro Júlio Medaglia foi convidado para formar e dirigir uma orquestra de padrão internacional em Manaus. O palco já existia: o belíssimo  Teatro Amazonas, construído em estilo barroco e neoclássico, inaugurado em 1896. formou-se, então, a Amazonas Filarmônica, da qual fazem parte inúmeros músico de países do Leste Europeu. “Muitos deles vieram de cidades próximas a São Petesburgo, onde existem as melhores escolas de instrumentos de corda do mundo”, informa o maestro. Todos os músicos, inclusive os brasileiros, assumiram também a função de professore, objetivando a formação de outros profissionais para que o projeto tenha continuidade. O sonho do maestro Júlio Medaglia é reger a Ainda em montagem ao ar livre, às margens do Rio Amazonas, o que seria extremamente significativo, uma vez que a ópera de Verdi tem como cenário o Rio Nilo. A possibilidade de se tornar um centro da música erudita começa a ganhar  força em Manaus, revivendo um período áureo em que o país detinha o monopólio mundial da borracha. Para o turismo será fascinante esta união entre a selva e um refinado projeto cultural.

“É preciso aproveitar o carisma que a Amazônia exerce sobre o mundo e oferecer também produtos cultuais”, diz o amestro Júlio Medaglia, que recebe o incentivo das autoridades e da Sociedade Amigos da Amazonas Filarmônica.

 

Centro de Pesquisa na Amazônia

 

A Amazônia legal brasileira, incluindo a extensão dos demais países amazônicos, representa 80% da biodiversidade existente no mundo e a maior reserva de água doce do planeta. Grande parte das riquezas, flora e fauna desse paraíso são desconhecidas do homem. O Centro de Instrução de Guerra na Selva possui na área de seu aquartelamento um zoológico que, além e abrigar cerca de 300 animais, presta serviços gratuitos à comunidade de manaus com aulas teórico-práticas de preservação do meio ambiente e fauna amazônica, criando assim uma consciência ecológica. Em meados de 1999, foi concluído o Cento de Pesquisa da Fauna e Flora da Amazônia – CPFFA, com recursos provenientes de um convênio firmado entre o Ministério do Exercito, Governo do Estado Amazonas, Prefeitura de Manaus e Superintendência da Zona Franca de Manaus, com objetivo de suprir nossa reais necessidades em pesquisa, desenvolvimento científico e cultural. O CPFFA englobará toda a área do atual zoológico – 6000 m² - para construção do complexo cultural que incluirá anfiteatro, museu, auditório, aquário e restaurante, e uma nova área anexa de 30.000 m² com recintos para abrigar animais, uma passarela com visão panorâmica, lago com cinco ilhas, além de toda a infra-estrutura para trabalhos técnicos e de pesquisa.

 

686 MUNICÍPIOS – Presidente Figueiredo 

 

Presidente Figueiredo

 

O município de Presidente Figueiredo foi criado em 1981 e recebeu seu nome em homenagem ao primeiro Presidente da Província do Amazonas, João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha (1798 – 1861).

Localizado a 107 km ao norte de Manaus, com acesso pela BR-174, sua área compreende reservas ecológicas, reserva indígena, sítio de mineração, usina hidrelétrica, rios , igarapés e maravilhosas cachoeiras.

A Usina Hidrelétrica de Balbina, localizada a 72 km da sede do município de residente Figueiredo possui uma Vila com infra-estrutura de primeiro mundo, incluindo hospital, duas vilas residenciais, hotel e pousada, agência bancária, estação rodoviária e pista de pouso, ginásio coberto, complexo esportivo, dois clubes, dois centros comerciais, central telefônica, sistema televisivo, escola de alfabetização, ensino fundamental e ensino médio, escola agrotécnica, centros de pesquisa. O Centro de Proteção Ambiental foi implantado com a finalidade de desenvolver estudos, pesquisas e ações para minimizar os efeitos da Hidrelétrica Balbina sobre o meio ambiente. Com o mesmo objetivo foi criado o Programa Waimiri Atroari, um convênio de 25 anos assinado entre a Eletronorte e a Funai, visando diminuir os impactos causados pela inundação de 30 mil hectares das terras indígenas.

O município vive da extração de vários minérios, da agropecuária , agra, também do turismo. Na segunda quinzena do mês de maio, Presidente Figueiredo realiza a Festa do Cupuaçu, fruta da qual é o maior produtor no Amazonas e a Feira da Agroindústria, com exposições, shows, concursos e outras promoções.

O turismo ecológico e de aventura vem sendo incentivado com visitas a cachoeiras e cavernas, trilhas para caminhadas e pernoite na selva, passeios de barco no Lago Balbina, pesca de tucunarés no lago e no Rio Uatumã. Na Bacia do Rio Amazonas, os rios correm em leitos amplos, formando lagoas e igarapés, mas em Presidente Figueiredo o relevo é mais acidentado e a profusão das águas corre sobre rochas de arenito. Em meio á mata, surgem cerca de 100 cachoeiras – 45 foram catalogadas – que formam piscinas naturais e tobogãs, escondem cavernas e se estendem em corredeiras excelentes para a prática de canoagem, rafting e pesca esportiva. A belíssima Cachoeira do Santuário, a mais famosa do município, está a 12 Km do centro, na estrada para o Lago de Balbina. A Cachoeira da Neblina é a mais alta da região, com 35 m caindo sobre areias brancas, contra o fundo verde da floresta. Os rios Pitinga e Uatumã, afluentes do Amazonas, formam nove corredeiras que fazem a festa do s praticante de canoagem. As águas agitadas do Rio Urubuí e de Santa Bárbara são ótimas para o rafting. A ação das chuvas e dos rios escavou saltos e cavernas com a Maruaga, uma formação em arenito, com sua galeria de 380 m de extensão. Estes são apenas alguns exemplos do que oferece Presidente Figueiredo em matéria de ecoturismo. Para conhecer melhor as atrações da Terra das Cachoeiras, Associação dos Condutores de Turistas de Presidente Figueiredo, na entrada da cidade.