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| AMAZONAS | ||
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Geografia Localização: Centro da Região Norte Área: 1.577.820,2 km². Relevo: depressão na maior parte; faixa de planície perto do Rio Amazonas e planalto a L. Ponto mais elevado: Pico da Neblina na serra Imeri (3.014 m). Rios principais: Solimões, Amazonas, Juruá, Purus, Negro, Içá, Japurá. Vegetação: floreta Amazônia Clima: equatorial Nº de Municípios: 62 (1999) Municípios mais populosos: Manaus (1.255.049), Parintins (80.277), Manacapuru (71.007), Itacoatiara (70.314), Tefé (67.800), Coari (63.815), Maués (41.082), Tabatinga (34.659), Minicoré (33.422), Iranduba (31.846) (est. 1999) Hora local: - 1h a L da linha Tabatinga-Porto Acre; - 2h a O. Habitante: amazonense. População • 2.580.860 (est. 1999) Densidade: 1,63 hab./ km². Crescimento demográfico: 2,6% ao ano (1991 - 1996) Migração interna: 13,58% (1997). IDH: 0,78 (1996). Mortalidade infantil: 35,25‰ (1998). Médicos: 6,52 por 10 mil hab. (1999) Leitos hospitalares: 1,8 por mil hab. (1999) Hospital públicos 96 (1999). Criança de 7 a 14 anos fora da escola: 17,6% (1996). Matrículas no ensino infantil: 1.717.542 (1999) Matrículas no ensino fundamental: 657.393 (1999) Matrículas no ensino médio: 109.449 (1999) Matrículas no ensino superior: 20.096 (1998) Analfabetismo: 9,33% (1996). Governador : Amazonino Armando Mendes (PFL) Tel. Governo de Estado: (92) 654-5383/654-5430/622-2840 End.
Internet: www.am.gov.br Tel: Assembléia Legislativa: (92) 623-1200 Senadores: (3) Bernardo Cabral PFL Gilberto Mestrinho (1) PMDB Jefferson Peres PDT Deputados federais: (8) Arthur Virgilio PSDB Átila Lins PFL Francisco Garcia PFL José Mello PFL Luiz Fernando PPB Pauderney Avelino PFL Silas Câmara PTB Vanessa Grazziotin PC do B Deputados estaduais: 24 Eleitores: 1.368.084 (1998) Altitude: 92 m Área: 11.458,5 km² Habitante: manauara ou manauense População: 1.255.049 (est. 1999) Atividade Econômica:
Indústria, Comércio, Turismo, Navegação Cotas de Compras: Individual: U$ 4.000,00 Casal: U$ 8.000,00 Prefeito: Alfredo Pereira do Nascimento (PL) CEP: 69.000-000 Tel. Prefeitura: (92) 672-1500 End.
Internet: Tel.
Câmara: (92) 633-1130/633-2722 End. Internet: Telefonia: Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações: (92) 633-1040/0800-332001 Embratel – Empresa Brasileira de Telecomunicações: (92) 621-8182/622-4933 Telamazon Celular: (92) 621-9000/622-0990 Telamazon – Telecomunicações do Amazonas: (92) 621-6444 Manaus, a capital do Amazonas, está encravada no coração da selva e teve seu momento de glória entre 1890 e 1920, devido ao "ciclo da borracha". Nessa ocasião, a cidade gozou de uma prosperidade que as capitais do Sul ainda não haviam experimentado: água encanada, bondes elétricos, avenidas construídas sobre pântanos aterrados, imponentes edifícios, entre os quais o luxuoso Teatro Amazonas, o Palácio do Governo, o Mercado Municipal, o prédio da Alfândega. Mas, com a decadência do "ciclo da borracha", a economia amazonense entrou em colapso, e da noite para o dia, a cidade "ficou pobre". Em 1967 com a criação da Zona Franca, um centro de livre comércio, a cidade voltou a se destacar. Nesse local se podem comprar bens de consumo e equipamento pesado estrangeiros sem pagar impostos de importação. Por causa disso, surgiram várias indústrias (que importam peças e montam aparelhos) e o comércio prosperou. Em 1972, por exemplo, a sharp instalou na cidade a primeira fábrica de calculadores eletrônicas do país, produzindo também minicomputadores e televisores em cores. Manaus tinha, numa estimativa de 1985, 8090914 habitantes. Como a área do município é de 14 337 km², a média de habitantes por km² era de 56,49. Pelo tratado de Tordesilhas, a região Amazônica pertencia à Espanha. No entanto, desde o começo do século 16 foi invadida pelos portugueses. As disputas com a Espanha terminaram em 750, com o Tratado de Madri, que deu a Portugal a posse definitiva da área. Em 1755 foi criada a capitania de São José do Rio Negro que, com a volta em 1832 exigiu sua autonomia, finalmente concedida em 1850. A exploração da borracha, no início do século 19, levou a riqueza para a região, mas a decadência econômica veio em seguida, com a concorrência dos produtores de borracha do Oriente. O Estado retomou seu crescimento a partir de 1950, graças aos incentivos fiscais. Em 1967 foi criada a Zona Franca de Manaus, que trouxe a industrialização. 9 ESTADOS – Amazonas Amazonas Pouca gente, muita água No Amazônia, a presença do homem quase não se reflete na paisagem. Ela se manifesta principalmente nas pequenas clareira abertas nas margens dos rios e separadas umas das outras por centenas de quilômetros. Essas clareiras normalmente abrigam umas poucas fazendas, com algumas dezenas de habitantes. Mas é também na margem dos rios - e às vezes até mesmo sobre os rios, em casas flutuantes - que se erguem as cidades. São cidades minúsculas, com poucos milhares de habitantes, que mesmo assim abrigam, juntamente com Manaus, 60% da população de Estado. As principais cidades amazonenses, fora a capital, são Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Coari e Careiro. Até 1930, a economia amazonense baseou-se no extração da borracha, mas como essa indústria torna-se francamente deficitária, o Governo estadual projetou , no início da década de 80, a implantação de 50 000 hectares de seringais de cultivo, visando à produção de 15 000 t anuais, só nesses campos. Apesar de sofrer concorrência da borracha sintética, a borracha natural ainda é exportada. Para obtê-la, os seringueiros seguem, ainda hoje, o mesmo processo utilizado no século XIX: andam pela selva, fazendo cortes na casca da seringueira e amarrando um pequeno canesco na árvore, para recolher a seiva (látex) que escorreu dos cortes. O látex é depois enrolado em torno de um bastão a fumaça de uma fogueira de lenha ("defumação"), obtendo-se "bolas" de borracha de até 40 kg de peso. Essa borracha é então vendida aos seringalistas (donos das terras onde estão os seringais), que a revendem aos exportadores. Outras atividades muito importante é a extração dos recursos florestais: madeiras, castanha-do-pará, piaçava, guaraná etc. O principal produto da agricultura, desenvolvida nas vázeas (sobretudo na desembocadura do rio Purus), é a juta (fibra têxtil), introduzida pelos japoneses em 1930. O Estado do Amazonas é o maior produtor brasileiro de juta (20 000 t em 1986). Destacam-se ainda na área da agricultura a mandioca (957 027 t em 1986) o cacau (1 150 t) e a pimenta-do-reino (55 t). A pecuária (420 940 bovinos e 177 425 suínos em 1985) enfrenta um problema bastante sério: o gado pode ser criados nas várzeas, mas na cheia deve ser transportado para a terra seca, onde quase não há pastos. Assim, a melhor e mais abundante fonte de proteína - tanto para alimentar a população como para fins de exportação - é a pesca das espécies fartas e variadas que habitam os rios amazônicos: pirarucu, tucunaré etc. |
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